
No começo de um novo ano, como na maior parte das renovações de ciclos, sejam eles mais ou menos definidos, existe a tentação de olhar para a nova volta com um olhar e uma atitude de expectativa que, dependendo da nossa tendência mais ou menos pessimista, realista ou otimista, pode evocar diferentes tipos de emoções. No âmbito do Erotismo, só uma visão positiva pode ser deveras galvanizadora da imaginação e da criatividade, abrindo as portas a todo um universo de possibilidades, projetos e resoluções.
Como inspiração, aqui ficam 12 desejos para começar o ano com mais tesão, sensualidade, intimidade e prazer!
1 – Conhece-te melhor
Ninguém se conhece totalmente, mas há quem se conheça melhor que ninguém, exatamente porque se está constantemente a sentir, a explorar, a pôr-se à prova e a testar-se, para descobrir quais são os seus limites positivos e negativos, o funcionamento do seu corpo e da sua mente, o seu estado de saúde físico e intelectual, para assim poder saber melhor o que quer e o que não quer.
2 – Conhece quem amas como te conheces a ti
Tão importante como conhecer a nós próprios é, num relacionamento, conhecer quem está connosco. A mesma curiosidade e atenção que damos a nós mesmos deve ser dada à descoberta do outro, exatamente com o mesmo intuito. Conhecer para desfrutar, para provocar, para respeitar e para saber como surpreender.
3 – Cria uma rotina e quebra-a
Ao contrário do que se pensa, as rotinas não são o que destrói o prazer ou as relações. As rotinas são muitas vezes a zona de conforto onde é bom estar porque se sabe com o que se conta, onde há equilíbrio e harmonia, onde não existe ansiedade ou expectativas. Mas tal como a água morna ou o tempo ameno, a rotina não desperta os sentidos, não incentiva a urgência, nem estimula para a novidade. E sem estas componentes, a zona de conforto rapidamente se torna a zona de aborrecimento e desinteresse. Tal como o calor só existe em comparação com o frio, a rotina só existe se houver algo que a quebre e a que a mantenha desejável. As quebras da rotina, seja fazer algo inesperado, arriscado, fora do comum, pela primeira vez ou que nos faça ultrapassar resistências, são fundamentais para que a rotina se mantenha o espaço de “regresso a casa” e não o espaço de “mais do mesmo”.
4 – Pesquisa, explora, descobre e partilha
Ninguém precisa de saber tudo nem de ter sempre ideias novas. A curiosidade é o grande segredo do sucesso das relações que gostam de introduzir novidades, sobretudo para quem gosta de descobrir o que a vida tem de melhor e de mais excitante. Para isso, nada como procurar toda a informação possível sobre aquilo que nos interessa e partilhá-la com quem mais nos gostamos, para saber se o interesse é mútuo e assim conseguirmos concretizar todos os nossos desejos.
5 – Pensa, conversa e experimenta
Para além da pesquisa e da procura de informação, todos os temas relacionados com erotismo merecem uma reflexão, uma conversa e uma fase de experimentação. Só assim conseguiremos perceber o “porquê”, o “com quem” e o “como” as nossas ideias se podem tornar realidades concretas e memoráveis.
6 – Sabe que nada sabes
Mesmo quando se acha que se sabe tudo, o melhor truque para uma boa experiência erótica é assumir que nada se sabe. A curiosidade, o processo de descoberta, o dar importância ao outro e o desfrutar de todos os momentos como se fossem únicos, são os pontos mais importantes de todas as experiências de prazer com alguém, como se o fizéssemos pela primeira vez, porque cada dia e cada nova sensação podem provocar resultados diferentes e surpreendentes.
7 – O erotismo está em todo o lado
O erotismo é muito mais do sexo. Tudo pode ser erótico. Desde o ambiente, aos sons, os cheiros, os sabores, as formas, as cores, as texturas, tudo pode ter uma conotação erótica ou pode ser usado para potenciar a excitação, a provocação, o intensidade e o desejo de mais.
8 – Tira o sexo da cama
Assim como o erotismo pode estar em todo o lado, também o sexo não está apenas na cama ou no sofá ou no banco de trás do carro. O sexo está acima de tudo nos sentidos do corpo e no funcionamento do cérebro. Criar tesão é tão sexual como ter tesão. Ter uma interação sexual num local fora do comum pode ser muito mais excitante do que apenas naquele momento em que já todos estão exaustos e de pijama à espera do mesmo de sempre.
9 – Faz ao outro o que gostarias que te fizesse a ti
Antes de esperar que o outro nos faça algo que gostamos, assumamos nós a iniciativa. Mesmo que nem sempre seja recebido como nós esperamos (e tendo sempre em conta o valor do consentimento), se estamos numa relação de intimidade devemos tentar demonstrar o nosso desejo sempre que o sentirmos. Mesmo se não acertarmos no timing, quando duas pessoas se gostam, é bom saber que esse desejo se manifesta.
10 – O teu prazer continua quando o dos outros começa
O teu prazer não acaba quando o dos outros começa, continua. O sexo e o erotismo não são competições para ver quem tem mais orgasmos ou mais tesão. A procura pelo prazer numa relação deve ser mútuo e recíproco. O prazer de um deve alimentar o outro e vice-versa. Só assim é possível manter o desejo constante, mesmo depois do ato sexual acabar.
11 – Pára
Mais do que a ânsia da ação, os verdadeiros momentos de intimidade acontecem quando se pára. Por muito esotérico que possa parecer, não há nada mais profundo do que duas pessoas pessoas olharem nos olhos uma da outra em silêncio. É assim que muitas relações começam e é por falta disso que muitas relações acabam. Parar com alguém, olhar o mundo com ela, respirar fundo com ela, tocar-lhe sem tempo, deitar, dormir, abraçar, estar nu frente a ela… são algumas das experiências mais eróticas que se pode ter ao longo de toda a vida sem que mais nada aconteça.
12 – Se tens coragem, pede ajuda
Não temos de saber tudo nem de saber fazer tudo. Nem sempre as novas ideias e novas experiências correm bem. Nem sempre somos capazes de gerir as emoções, as expectativas ou sequer de decidir como seguir um caminho mesmo depois de o escolhermos. Por isso é que a vida nos dá outras pessoas, outras visões, outras leituras e outras informações. Sair da zona de conforto é um ato de coragem.. Fazê-lo com alguém ainda mais. E pedir ajuda é não só um ato de coragem mas um ato de inteligência emocional e de profunda consciência. Se queres ir rápido vai sozinho, mas se queres ir longe, pede ajuda.
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